Review da turnê Fireworks por Kiko Loureiro


FIRE WORLD TOUR:

A turnê do Fireworks foi um absoluto sucesso de público e crítica. Aliás, com essa tour, o Angra alcançou a marca de mais de 200 apresentações. Só na primeira parte da Fire World Tour, que terminou em fins de fevereiro, mais de cem mil pessoas assistiram à banda ao vivo. E para fazer jus a tanto sucesso, nada melhor do que um review feito por quem está no palco. Convidamos Kìko Loureiro para nos contar sobre até agora.

3 de outubro – São Paulo (SP)
O primeiro show da turnê foi realizado pela rádio Brasil 2000 FM, de São Paulo em comemoração ao Dia Municipal do Rock, e o público presente era de aproximadamente 50.000 pessoas. A gente teve muita sorte, porque choveu muito naquele dia, mas a chuva deu uma trégua durante o nosso show, e só foi retornar durante o show dos Raimundos.
É diferente tocar ao ar livre, porque o som é bem melhor, e além disso o público é bem maior. Mas o que nos deixou contentes foi o fato de tocar para muita gente que tinha ido lá para ver o nosso show mesmo
09 de outubro – Ponta Grossa (PR) e 11 de outubro – Curitiba (PR)
Eu me lembro bem do show em Ponta Grossa porque eu e o Ricardo fomos para lá separado da banda. A gente tinha acabado de fazer o cenário dos shows e queríamos levar para "ìnaugurar" nesse show. Então, eu e o Ricardo fomos separados de carro, e saímos daqui de São Paulo em cima da hora. Foi uma aventura na ida. E no fim, não pudemos utilizar o pano na casa onde tocamos pela falta de espaço no palco, mas demos sorte, porque o ônibus que levava os outros integrantes quebrou na estrada, ficou parado mais ou menos urnas 5 horas, e no fim todo mundo chegou mais ou menos na mesma hora. Mas o show foi muito legal, o público de Ponta Grossa, Curitiba, do Paraná em geral é muito receptivo, a gente gosta muito de tocar lá.
*Em Curitiba, aliás, a banda de abertura, o Dragonheart, acabou nem tocando, por problemas de equipamento.*
16 de outubro – Manaus (AM) e l7 de outubro – Belém (PA)
O local onde nós tocamos em Manaus também era ao ar livre, bem grande. O calor era insuportável. Eu, o Rafael e o Ricardo aproveitamos para dar uma passeada em Manaus, ver o Encontro das Águas. Só que a gente tinha que pegar um ônibus para ir até o barco, e o ponto de ônibus ficava na frente de uma escola. Então imagina a situação, todo mundo com caderno e caneta na mão!! Nós demos um monte de autógrafos, mesmo para quem nem conhecia a gente.
O show em Manaus foi Iegal, só que no final do show tinha um pessoal meio "galeroso" (que queria briga, encrenca), quiseram invadir, quebraram tudo, o portão, etc… Mas o pessoal em Manaus é muito animado nos shows. E em Belém, nós tocamos para quase 1 000 pessoas em uma casa (Dock Street) que estávamos inaugurando.
24 e 25 de outubro – Buenos Aires (Argentina)
Em Buenos Aires houve dois tipos de shows: o "normal", para mais de 2000 pessoas, e um show especial . Para mim, o melhor público do mundo é o argentino, porque o pessoal é muito animado, eles cantam do começo ao fim do show, eles cantam os solos, cantam qualquer melodia das músicas. Enquanto o show não começa, o público fica se divertindo cantando aquelas músicas de torcida de futebol. É legal pra caramba ! O show especial na realidade era um show elétrico, com a diferença de que o público ia ficar sentado. A quantidade de ingressos era limitada, e a platéia viu o show muito de perto. E, apesar de estarem sentados, os fãs não pararam de cantar e agitar um minuto sequer! No final, nós cumprimentamos todos os fãs presentes, era um show bem especial mesmo, com um público de mais ou menos 300 pessoas.
07 de novembro – Salvador (BA) e 08 de novembro – Recife (PE)
O lugar onde tocamos em Salvador também era novo, que imitava o Pelourinho. O público de lá sempre nos recebe muito bem. Recife é sempre lindo. A cidade nos inspirou a um ótimo show, inclusive dizem que foi o melhor show que já passou por lá.
O público do Nordeste é ótimo. Os dois shows foram marcantes.
16 de novembro – São Paulo (SP)
Bem, o show de São Paulo sem dúvida era o mais esperado, tanto pela produção quanto pelo público. Nós conseguimos levar um piano de calda para o palco, o show teve fogos de artifício e outros efeitos especiais, etc… Além disso, nós conseguimos fazer esse show no Olympia, algo que queríamos fazer a muito tempo. Apesar de ser uma segunda-feira, o público presente era de mais de 3000 pessoas. E o show que a gente apresentou em São Paulo foi o mesmo que levamos para o Japão. No fundo, a base era a mesma, a gente fez poucas modificações no set-list. Em alguns shows do início da turnê nós tocamos "Gentle Change" e "Metal Icarus", e em outros nós tocamos alguns covers do Iron Maiden e do Judas Priest. O legal desse show foi ter feito aquela loucura de trocar as funções para tocar "Living after Midnight" (com André no baixo, eu na bateria, Luis e Ricardo nas guitarras e Rafael nos vocais). Apesar do resultado não ter sido dos melhores, eu acho que o público gostou bastante!
24 de novembro – Porto Alegre (RS) e 25 de novembro – Rio de Janeiro (RJ)
O público de Porto Alegre é bem roqueiro, eu conheço várias bandas que são de lá. O show foi muito bom!
Nó tivemos alguns imprevistos no Rio: a casa era meio pequena, o som não era dos melhores, mas o público merecia que a gente fizesse o melhor possível.
04 e 05 de dezembro – Tokyo (Japão)
07 de dezembro – Nagoya (Japão)
08 de dezembro – Osaka (Japão)

Nós fizemos dois shows em Tokyo: um para o público na pista e outro para o público sentado. Nós tivemos um cuidado muito grande nessa etapa, pois se a público japonês não gosta do show, você corre o risco de perder esse público para sempre. O Kosei-nenkin, em Tokyo, é um dos melhores locais onde a gente já tocou. Eu acredito que o público do segundo show era de 2000 pessoas sentadas.
A produção no Japão foi impecável. Os caras contratados pela produtora para organizar os eventos já trabalharam com a Madonna, Michael Jackson, Helloween, Iron Maiden, e eles tratam todos da mesma maneira. Depois da gente, o próximo cliente dessa produção seria a Celine Dion, que ia tocar nos mesmos lugares que a gente, ia ficar no mesmo hotel, etc… Os shows no Japão foram incríveis, o público é muito receptivo, eles curtem de verdade. E ainda tivemos um convidado especial: um fã, ganhador de um concurso na França, que foi assistir aos shows de Tóquio e Nagoya.
Além dos shows, eu ainda fiz um workshop em Tokyo, no dia 09/12, patrocinado pela Kurosawa. Foi muito legal, pois o esquema dos workshops no Japão é bem diferente: quem quer participar tem que se inscrever algum tempo antes, e passar as perguntas que serão feitas diretamente para os responsáveis pelo evento. Com isso, antes mesmo de sair do Brasil eu já sabia de algumas perguntas que deveria responder.
Além disso, durante esse evento eu usei pela lª vez a guitarra personalizada que a Kurosawa fez para mim. A Kurosawa lançou no Japão um modelo de guitarra com o meu nome, e esse workshop foi feito especialmente para divulgar esse lançamento.
12 de dezembro – Buenos Aires (Argentina) – Monsters Of Rock
Nós tivemos alguns problemas nesse show na Argentina, porque na volta do Japão chegamos a São Paulo na sexta e fomos para Buenos Aires no sábado, e todo mundo sentiu muito o fuso horário. E por ser um evento muito grande, sempre acaba aparecendo um monte de imprevistos, por exemplo, os equipamentos do Iron Maiden e do Slayer acabaram presos na alfândega e eles tiveram que arranjar tudo em cima da hora, nós inclusive emprestamos alguns equipamentos para o baterista do Soulfly, o pessoal do Slayer e do Helloween. Eram equipamentos simples, mas tudo acabou sendo arranjado na última hora.
Mas no fim, o show foi muito legal, o público argentino mais uma vez agitou do início ao fim e valeu a pena o esforço.
19 de dezembro – Maringá (PR) e 20 de dezembro – Belo Horizonte (MG)
Em Maringá, as bandas de abertura do show não levaram sequer amplificador (parece que foi um mal entendido com o produtor local), e no fim eles acabaram nem tocando.
Nós tocamos pela primeira vez em Belo Horizonte.O preço do ingresso era bem barato, e com isso tivemos um público bem legal que agitou sem parar.
09 de janeiro – Atenas (Grécia) e 10 de janeiro – Tessaloniki (Grécia)
Depois de umas (merecidas) férias no final do ano, viajamos para a Europa para uma longa maratona de mais de 30 apresentações !
O público grego é muito parecido com o público brasileiro, eles agitam o show inteiro. Os ingressos para o show em Atenas se esgotaram uma semana antes, e o público das duas noites na Grécia foi de aproximadamente 1500 pessoas. Nossos amigos do Time Machine fizeram a abertura, também com boa receptividade.
13 de janeiro – (Bélgica)
O show na Bélgica era um aquecimento (warm up) para as datas na França, e o local que tocamos não era muito grande…
15 de janeiro – Strasbourg (França)
Esse foi o primeiro show da turnê em conjunto com o Stratovarius. Eles iam abrir os shows da gente na França, e nós íamos abrir os shows deles na Alemanha. Na realidade, não se pode afirmar que uma banda abria para a outra, pois quem abre tem um show mais curto, de uma hora no máximo, e o tempo de show das duas bandas eram praticamente o mesmo. A única coisa que mudava era a ordem de entrada das bandas – em alguns lugares foi o Stratovarius antes do Angra e em outros, o Angra antes do Stratovarius.
Nós superamos a expectativa de público na França. Em Strasbourg, nós tocamos com a casa lotada.O público presente foi de cerca de 1000 pessoas.
16 de janeiro – Paris (França)
Esse foi o show mais importante na França, no Le Zenith, um local gigante, que parecia um ginásio. A produção foi mais ou menos semelhante à de São Paulo e do Japão. Nós fizemos também uma abertura diferente, com três caras fazendo um show de pirofagia. Além do Stratovarius, o Superior também tocou mais ou menos meia hora. O público presente foi de aproximadamente 5000 pessoas. E antes do show, houve a distribuição de isqueiros promocionais, com o logo do Angra. Foi feito um convite ao Bruce Dickinson para aparecer como convidado especial, e ele aceitou. Nós passamos a tarde inteira conversando sobre o Iron Maiden (rolava um boato de que ele ia voltar para o Iron). O Chris Tsangarides (produtor de "Fireworks") também esteve presente. E durante o bis, nós chamamos o Bruce para tocar conosco.Foi muito bom, tanto para os fãs presentes como para a banda. Tinha muito fã do Iron lá dentro, o que incluía a banda! Foi uma surpresa para todo mundo. No bis final, a banda entrou tocando "Run to the Hills". A platéia começou a cantar junto com o André e, subitamente a banda parou de tocar. André finalmente apresentou o convidado especial: "Mr. Bruce Dickinson!!" É desnecessário dizer que ele foi ovacionado pela platéia. E de quebra ainda tocamos "Flight of Icarus" junto com a fera. Sem dúvida a melhor apresentação que a gente já fez na Europa até agora.
17 de janeiro – Nantes (França) e 19 de janeiro – Bordeaux (França)
Mais duas datas bem legais como tantas outras que temos feito pelo interior da França.
20 de janeiro – Marseille (França) e 21 de janeiro Lyon (França)
Marseille fica no sul da França, e o público é bem parecido com o latino, eles agitam do começo ao fim do show. Na verdade, eles agitam até demais, sobem no palco, é uma confusão!! Mas o show foi muito legal, eu acredito que todos os ingressos tenham sido vendidos nesse show também. O público foi de mais de 1200 pessoas.
O show em Lyon também foi em uma casa bem grande, mais de 1500 fãs na platéia. O palco era tão grande quanto o do Le Zenith. As condições de produção também eram muito semelhantes às de Paris, com uma diferença: nós tínhamos planejado distribuir aquelas "tochinhas" de artifício, que são semelhantes aos fogos, mas que não explodem, em ambos os shows. Só que no show em Paris, como a abertura já ia ter 3 caras fazendo um show com tochas de fogo, os bombeiros não permitiram a distribuição das tochinhas. Ia ser muito fogo junto: o dos isqueiros, o das tochinhas e o show de fogos de artifício. Todo esse fogo do lado dos equipamentos e fios… Então, como em Lyon não ia ter aquela abertura com os caras fazendo um show de pirofagia, os bombeiros permitiram a distribuição das "tochinhas", que foram acesas na introdução. Quem viu falou que foi inesquecível!
22 de janeiro – Barcelona (Espanha),23 de janeiro – Madrid (Espanha) e 24 de janeiro Bergara (Espanha)
Eu acredito que o público presente foi de 2500 pessoas em Barcelona, e nós não esperávamos tanta gente nesse show. Foi uma surpresa muito agradável. Aliás, nós não esperávamos tanto público na Espanha, em Madrid também superou nossas expectativas, eram mais de 2800 fãs presentes. Como estávamos em um país também latino, ss platéias eram também "calientes".
A curiosidade sobre Bergara é que a cidade fica no País Basco, ou seja, até a língua é diferente pois se fala o Catalão e não o espanhol.
26 de janeiro – Lisboa (Portugal)
O esquema em Portugal lembra bem o brasileiro: sempre tinha algum probleminha para ser resolvido de última hora. O camarim tinha no máximo 1,80m de altura, então todo mundo andava meio agachado, meio encolhido. Mas o show foi legal, principalmente porque foi "solo", sem o Stratovarius, a casa lotou, e nós realmente não esperávamos esse público. Os fãs portugueses são muito receptivos, eles cantam todas as músicas do show. E você aproveita para conversar em português com os fãs. Muita gente perguntou como seria cantar a "Lisbon" em Lisboa, e foi muito legal, o André explicou antes da gente tocar o significado da música, como ela feita, etc.
28 de janeiro – Montauban- 29 de janeiro – Geneva (Suíça)
Nós aproveitamos a longa viagem de Portugal para a França e Suíça para se divertir no ônibus. Tinha um home theater completo dentro do ônibus !!! Além disso, colocaram um videogame também, e o Leck e o Ricardo ficaram viciados: acabava o show e eles corriam para o ônibus, e eles varavam a noite jogando. Esses shows também foram sem o Stratovarius que estava tocando na Itália naqueles dias.
02 de fevereiro – Munich (Alemanha) e 03 de fevereiro – Ludwigsburg (Alemanha)
Os shows na Alemanha foram marcados pela forte neve e pelo frio. A casa em Munich era bem legal, uma ex-fábrica, cercada por barzinhos. Só que o público da Alemanha é bem diferente, eles são muito frios… só aplaudem no final das músicas.Todo mundo fica parado vendo o show, não cantam. Eles curtem, mas não demonstram. Além disso, a faixa etária de público é um pouco mais alta, tipo uns 25 anos.
04 de fevereiro – Pratteln – (Suíça)
05 de fevereiro – Offenbach (Alemanha)
06 de fevereiro – Zapfendorf (Alemanha)
07 de fevereiro – Donau-Eschingen (Alemanha)

Como Pratteln fica perto da França, o público presente lembrava muito o francês. A casa estava cheia. Depois voltamos para a Alemanha, tocamos em algumas cidades pequenas, mas a neve atrapalhou muito, muita gente acabou não conseguindo chegar nos shows.
09 de fevereiro – Hamburgo (Alemanha)
O show em Hamburgo foi muito legal porque além da casa estar cheia, os caras do Helloween, do Gamma Ray, do Primal Fear e o pessoal que trabalhou na gravação dos nossos álbuns anteriores estavam lá. Além disso, como gravamos na Alemanha, conhecemos bastante gente por lá e vários amigos nossos estavam na platéia.
10 de fevereiro – Amsterdã (Holanda)
11 de fevereiro – Vosselaar (Bélgica)
13 de fevereiro – Hellendoorn (Holanda)

Esse foi o nosso primeiro show em Amsterdã, e foi muito bom. O público lembra bem o alemão, mas a casa estava cheia. Os shows em Vosselaar e Hellendoorn foram bem parecidos com o de Amsterdã.
14 de fevereiro – Bochum (Alemanha)
Bochum é a cidade natal do baterista do Stratovarius (Jörg Michael), então até a mãe dele foi conferir o show. E além disso, existem muitas gravadoras em Bochum, então o público lá foi bem maior do que nas outras cidades da Alemanha. Se eu não me engano, todos os ingressos tinham sido vendidos. O pessoal em Bochum era mais agitado também.
16 de fevereiro – Nuremherg (Alemanha)
lnicialmente, haveria um show em Osnabruck (Alemanha) no dia anterior, porém foi cancelado porque havia muita neve nas estradas, e além disso, como haveria Salzburg no dia 17, eram muitos show em seguida, principalmente para o vocal do Stratovarius, que também tinham tocado em Vervier no dia 12.
O show em Nuremberg também foi legal, com casa cheia.
17de fevereiro – Salzburg (Áustria)
Esse show originalmente deveria ter acontecido no dia 30 de janeiro, mas acabou adiado para o dia 17 de fevereiro porque Timo Kotilpelto (vocal do Stratovarius) estava com uma forte gripe. Só que caiu muita neve na semana do "segundo" show em Salzburg, e muita gente que estava tentando chegar não conseguiu. A neve era tanta que as ruas e as estradas estavam bloqueadas. No fim, esse show teve um público pequeno! E o seguinte, em Viena, no dia 18, também foi cancelado por causa da neve. Não havia tempo nem condições de se sair da Alemanha, ir para a Áustria, e em seguida ir para a Itália. Nos despedimos de vez do Stratovarius, que foi para Grécia e Turquia.
19 e 20 de fevereiro – Milão (ltália)
Os dois shows em Milão tiveram os ingressos esgotados muito antes das datas. O público dos dois shows foi de mais de 4000 fãs. Depois da França, foi o nosso maior público. Durante esses shows, a Lucretia Records (responsável pelo lançamento e distribuição dos CDs do Angra na Itália) distribuiu 10000 cópias de um CD promocional com duas faixas do Angra e duas faixas da banda italiana Time Machine que abriu pra gente novamente. O público italiano é muito bom, eles pulam o show inteiro, nos sentimos em casa toda vez que vamos lá.
*15 de outubro – Curitiba (Brasil)
Este show em Curitiba, ralizado no Studio 1250, foi menos que o primeiro, faltando músicas como "Speed", "Stand Away" ou "Freedom Call", tocadas da outra vez. Mas foi um ótimo show, tanto que, no final, do show, o palco foi invadido pelos fãs, onde chegaram até a pegar alguns souvenirs (roubaram) de recordação. E Assim, melancólicamante, se encerrava a ultima apresentação da formação original em terras Curitibanas…. (ESTE REVIEW FOI FEITO POR MIM, WEBMASTER DO SITE, CLOVIS ROMAN, POIS AFINAL, EU ESTAVA LÁ!)
23 de outubro de 1999 – São Paulo "Credicard Hall" (Brasil)
Quem foi ao show do Angra neste sábado, 23 de outubro, pode comprovar que o Credicard Hall não é aquele horror que o João Gilberto falou, mas o som deixou um pouco a desejar. Para quem estava na direção da mesa de som, deu para ouvir tudo perfeitamente, já para aqueles que se encontravam em outras posições, os graves estouravam em muitos momentos. A casa é grande e não estava lotada, mas o saldo foi muito bom se pensarmos que o show foi marcado meio em cima da hora e quase sem divulgação, o que na minha opinião, só prejudicou a banda. O Angra subiu ao palco às 22:05 e o show só terminou por volta das 00:30, com a molecada cansada de tentar alcançar os agudos de André Mattos. A banda estava disposta a fazer um "puta" show e a proporcionar muita diversão aos fãs presentes. Missão cumprida, a performance da banda continua a mesma: impecável, com destaque para o entrosamento entre Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt. Para variar, Luis Mariutti ficou meio escondidinho no fundo do palco, totalmente na dele, mandando ver no baixo. No set list, entre outras músicas, estavam: Angels Cry, Time, Carry On e para fechar o show, Fireworks. O público não estava disposto a ir pra casa sem ouvir a versão de Painkiller do Judas Priest, que ficou faltando no show de julho, no Palace, mais um desejo atendido, depois de muitos pedidos em coro, o Angra mandou ver com Judas Priest. Encerraram com chave de ouro a tour de Fireworks, com muito profissionalismo e competência e já prometeram a volta para 2000, na tour do próximo álbum.

http://shaman1.vilabol.uol.com.br/angra/index2.html

About Janus

Janus Aureus is my recently-inaugurated personal blog (written in portuguese, but with some texts in english as well). Fiore Rouge is my old (but still very active - in fact, more than Janus :P) blog (I started it back in 2005). Mentalize is a fan-made website (since 2005). if you wish to contact me for any reason, visit my blog and leave a comment OR see email above (top left) - no, my name's not Andre - actually, I'm not even a guy! LOL Long story... O Janus Aureus é meu blog pessoal - escrito em português - ainda sem muito conteúdo, pois foi começado no final de dezembro de 2011. Já o Mentalize foi aberto em 2005 e está escrito em várias línguas *rs* Privilegio o uso do inglês ali porque o pessoal estrangeiro não tem muitas informações sobre o AM. Quem quiser entrar em contato comigo por qualquer motivo, deixe um comentário nos meus blogs ou use o email que está aí em cima à esquerda (e não, eu não sou o Andre - aliás, sou mulher!).

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