Shaman Online: ENTREVISTA ANDRE MATOS – PARTE 1


 

ENTREVISTA ANDRE MATOS
Olá galera! É com enorme prazer que dividimos com vocês a primeira entrevista com Andre Matos, concedida com exclusividade, para o For Tomorrow Shaman Fan Club. Aqui todos vocês poderão ficar por dentro de várias novidades e curiosidades sobre a banda em primeira mão.

[ Primeira Parte ]

FT: Ouvindo a faixa "Baby Doll" do Virgo, percebemos que ela é muito mais pop do que Heavy Metal. Fazer esse estilo era uma vontade sua ou você quer atingir um novo público?
AM: A idéia do Virgo é fugir um pouco do Heavy Metal; essa era a proposta inicial que eu tive com o Sascha Paeth, já que nós dois somos oriundos de bandas deste estilo musical. Achamos que poderia ser um pouco sem graça e repetitivo fazer um projeto de Heavy Metal. Então nós pensamos: fora desse estilo, o que a gente mais gosta? Gostamos do Queen, por exemplo. Então tentamos puxar mais para esse lado e das bandas também dos anos 80 de Hard Rock, tipo Van Halen, coisas que a gente curte ouvir. Então eu acho que o Virgo acabou indo mais para esse lado do rock tradicional, com elementos do pop e com algumas partes de Metal, influenciado pela nossa maneira de cantar e de tocar. Enfim não deixa de ser um som relativamente pesado, mas a fórmula das músicas e composições não é exclusivamente Metal, eu acho que lembra mais um som tipo Queen.

FT: É hoje em dia você vê bandas como o Rhapsody, por exemplo, onde os músicos da banda montam projetos paralelos dentro do mesmo estilo…
AM: …Isso é uma coisa que não faz muito sentido, eu acho estranho – para quê fazer um projeto solo, então? Claro que é um risco, as pessoas podem me crucificar e falar "o Andre Matos não é mais Heavy Metal", não é nada disso, o Shaman está aí pra provar tudo isso, vai continuar sempre Heavy Metal. O Virgo é um trabalho paralelo, pra mostrar um outro lado. Pra mim foi super legal, eu cantei coisas que eu nunca imaginei que eu fosse capaz de cantar, compus músicas que estavam guardadas na minha cabeça e que eu nunca poderia ter composto se não fosse essa oportunidade no Virgo.

FT: Até porque você como músico sente essa necessidade de fazer outras coisas que não apenas Heavy Metal…
AM: Exatamente, e que não vai parar só por aí: acho que um dia eu pretendo até compor uma peça para orquestra!

FT: Essa é a diferença do Shaman, porque há outras bandas que quando começam se preocupam em fazer só Heavy Metal, elas não se preocupam em ouvir outros tipos de som (com qualidade é claro). Eles aprendem só aquilo e o fazem para resto da vida. Por isso a diferença, pois vocês sempre buscaram elementos novos, desde o Angra e agora no Shaman.
AM: Já era uma idéia bem avançada no Angra, quando a gente estava lá, e o Shaman só levou isso adiante e evoluiu ainda mais nesse sentido.

FT: Em relação às composições, tirando o Shaman e o Virgo, existe algum outro estilo que você compõe, que você gostaria de estar buscando?
AM: Existe (faz cara de sério), inclusive eu compus uma música para Ivete Sangalo (risos geral)… fora toda a minha produção de Sertanejo que vocês não conhecem (risos). Agora falando sério, existe sim, música instrumental, o que eu mais gosto é de teclado.

FT: Essa é um das coisas que queremos saber. Você começou com teclado, e o fato de você ter se tornado vocalista foi acidental…
AM: …Foi um acaso. Eu adoro cantar, mas o que me dá mais prazer, um desafio maior pra mim é compor, tocar, fazer arranjos, isso é a coisa onde eu realmente me realizo mais.

FT: É engraçado, porque hoje você é considerado um dos maiores vocalistas de Heavy Metal do mundo e sendo que na verdade foi algo que você não premeditou…
AM: Pois é, verdade. Eu não posso me dar ao luxo de parar de cantar, simplesmente isso, não dá pra voltar atrás agora. Mas na verdade, eu já compus por exemplo trilhas para peças de teatro, que são músicas instrumentais. Eu gostaria muito de compor uma trilha sonora para um filme um dia, se eu tiver essa possibilidade.

FT: Falando um pouco do Shaman. Quando vocês se uniram pela primeira vez, quais eram os seus sonhos, as expectativas, os medos?
AM: Era muito simples: na verdade a gente estava muito a fim de voltar, nós ficamos muito abalados com a separação do Angra e essa possibilidade de que talvez a gente nunca mais fosse subir ao palco juntos (pausa). Claro que cada um teria a possibilidade de continuar sozinho. Com o Virgo, por exemplo, que nasceu como um projeto paralelo, mas que não poderia se tornar o meu trabalho principal – e eu não posso negar que essa coisa do rock pesado, do Heavy Metal está no sangue. Então não dá pra esquecer, não dá deixar pra trás e, eu não tenho vontade de mudar isso na minha vida, mesmo que um dia eu esteja fazendo outro tipo de música que até ocasionalmente faria mais sucesso, eu nunca deixaria de cantar Heavy Metal, porque é o que me dá prazer. Eu cresci ouvindo esse tipo de música e não tem jeito, já estou viciado.

FT: Hoje em dia você vê músicos que faziam Heavy Metal, mas que mudaram seu estilo para tentar obter fama e dinheiro. É por isso talvez que o Brasil vem perdendo tanto na qualidade musical, porque as pessoas deixam de fazer aquilo que lhes dá prazer… e não é só na música que isso ocorre, mas em qualquer área de atividade.
AM: É, do ponto de vista financeiro, eu digo é muito difícil você sobreviver como músico de Heavy Metal no Brasil, a não ser que você tenha realmente uma carreira internacional estabelecida, viajando, fazendo shows e disco vendidos no mundo. Agora só de Brasil, ninguém sobrevive. Então eu até entendo se algumas pessoas acabam se desapontando no meio do caminho e é duro mesmo, porque é difícil. Mas ao mesmo tempo ninguém precisa trabalhar com isso o tempo todo, então se a pessoa tiver um trabalho, dá pra se dedicar a isso nos momentos vagos, acho que tudo é uma questão de perseverança também, a gente mesmo já passou por vários tipos de situações em que teria sido até mais fácil abandonar o barco e começar a fazer outra coisa, mas a gente foi perseverante e estamos aí.

FT: Andre, na hora da separação do Angra, daquele "boom", vocês sabiam que ficariam juntos?
AM: Não. A gente sabia que estava na mesma posição, vamos dizer assim, de querer se separar, de não aceitar certas coisas que estavam rolando, nós três sempre acabamos combinando muito bem mentalmente. Vamos dizer assim, a gente viu a coisa com uma olhar mais emocional, um pouco menos racional. Sabe, não era aquilo que a gente estava percebendo que rolava legal, nós não estávamos nos sentindo bem ali, então nós decidimos mais ou menos juntos, já que não dava para levar todo mundo junto e nos separar do empresário. Então nós resolvemos nos separar da banda também. Foi triste, foi chato, mas foi melhor do que seguir numa situação forçada, e na frente dos fãs parecer que está tudo bem. E na verdade todo mundo percebia que não estava.

FT: É um sentimento de estar traindo o público. De você ter que aparentar algo que não estava sentindo…
AM: É uma "violentação" entende? Uma prostituição quase, eu acho que quando se está lidando com música, nós lidamos com algo muito profundo, não é justo fazer isso com as pessoas, essa é a nossa postura e eu tenho certeza de que o Luís e o Ricardo também têm essa postura. Eu acho que foi daí que surgiu a mesma idéia, quando a gente percebeu que tínhamos a mesma postura, nós pensamos: por que não continuar? Por que não daria certo nos juntarmos daqui pra frente? Aí tinha o problema do guitarrista. Que no começo foi uma incógnita, a gente não sabia mesmo, começamos a pensar em várias pessoas, "agora teremos que escolher um guitarrista, já passamos tantas vezes por isso", e de repente o Hugo estava ali e era ele mesmo. Graças a Deus! E ele não pediu nada, ficou na dele, o Luís pediu para que ele desse uma força com as músicas, a gente começou a ouvir tudo aquilo que estava sendo gravado e falou: "Pô, isso aqui tá bom!!!" (risos).

FT: Andre, qual a sua opinião sobre a grande divulgação do Shaman na Internet?
AM: Hoje em dia as coisas estão bem mais fáceis através da Internet, é bem diferente da época do Angra e do Viper; naquele tempo a gente dependia muito mais da mídia impressa, rádios, fanzines e hoje a Internet além de abranger muito mais pessoas, é bem mais rápida. Eu dou total prioridade. É imediato e muito eficiente em termos de informação.

FT: Vocês todos já citaram que o Fireworks poderia ter sido uma continuação do Holy Land, mas na época não havia mais entrosamento entre a banda. Agora com o Shaman, tendo esse clima bom e ainda o estúdio do Ricardo (em um sítio nas proximidades de São Paulo) onde vocês podem se isolar, há possibilidade de fazer um álbum na linha Holy Land, sem se ligar à imagem do Angra?
AM: Na verdade o Firewokrs cortou quase tudo o que a gente desenvolveu no Holy Land em função de uma série de equívocos, inclusive o fato de a gente ter mudado de produtor. Ele (Chris Tsangarides) é um cara bom, mas tem uma outra visão, a gente deu um passo nesse sentindo mas era uma outra mentalidade, e ele não entendeu muito bem o espírito do Holy Land e para ele aquilo não era a coisa principal.

FT: Eles são mais fechados musicalmente…
AM: Mais tradicional, produtor de rock inglês dos anos 80 faz muito bem, fez um puta som, o Fireworks tem um som melhor que o Holy Land, muito melhor. Teve o lance da orquestra, tem os estúdios onde a gente gravou, mas do ponto de vista musical ele deixou a desejar… algumas músicas eu acho bem legal mesmo, como é o caso da Lisbon, Paradise e da própria Fireworks, mas é uma coisa que no Holy Land, todas as músicas são demais, o Angels Cry também era uma novidade naquela época, trouxe muitas coisas bem diferentes, mas o Holy Land acabou sendo o mais completo em todos os sentidos.

FT: Acho que todo mundo ficou ansioso de esperar e de repente veio o Fireworks que era um disco bom…
AM: …Era um disco bom, o nome da banda não caiu, mas que não subiu tanto quanto poderia, ou seja, com o Shaman a gente vai tentar isso sim, eu acho que aproveitando esse lance da banda estar bem unida; como você falou tem o estúdio do Ricardo, estamos trabalhando lá quase diariamente e se encontrando sempre. Então é isso, a gente está bem no clima, é só uma questão de tempo para amadurecer bem as músicas. Eu acho que a nossa intenção é que esse novo disco do Shaman seja o melhor de todos, que vocês escutem e falem: "Nossa! O trabalho está muito melhor que no tempo do Angra".

FT: Vocês estiveram divulgando a banda através de uma parceira com a Century Media. Há grandes possibilidades da Century Media ser a gravadora de vocês na América do Sul?
AM: Eu acho que sim, a gente ainda não fechou nada, pois estamos na dependência de contratos do exterior para poder negociar com a Century Media aqui, mas é uma gravadora que eu acredito muito e é gente limpa, honesta… Assim como no Japão, com a JVC, que desenvolve um ótimo trabalho e também está apostando no Shaman.

FT: Você já alcançou grandes marcos na sua vida, coisas que talvez você nem esperaria… tem alguma coisa que seja prioridade para você conquistar?
AM: Olha, eu acho que aquilo que nós alcançamos com o Angra poderia ter ido muito mais longe se a banda não tivesse se separado. Então, meu objetivo é voltar onde a gente estava, pra poder seguir adiante e agora não interessa que tipo de pedra a gente vai ter que quebrar pela frente, estamos com força total!!!

FT: Vocês mesmos estão colocando a mão na massa, por exemplo cuidando das coisas do Fan Club, quer dizer, vocês estão olhando tudo o que está acontecendo…
AM: Vamos dizer assim, saímos da casca do ovo, sempre tinha alguém para cuidar das coisas para nós, nos chamar e encher o saco… "vocês têm que estar não sei onde"; agora somos nós que estamos enchendo o saco dos outros e isso é legal, por um lado dá muito trabalho, o tempo fica mais curto para trabalhar as músicas, mas a gente tem que se virar… por outro lado, você aprende a não ter medo dessas coisas.

FT: Até o contato com os fãs aumentou…
AM: …Melhorou muito, eu acho que caiu uma parede entre a gente o os fãs por exemplo, que no caso era representado pelos nossos empresérios. Então a gente percebeu que nem os fãs nem nós mesmos fazemos mal a ninguém e o contato ficou mais próximo, não só com os fãs, mas do ponto de vista empresarial também, com as pessoas que estão contratando shows, as gravadoras… é uma coisa que nada impede que a gente faça diretamente, com a ajuda de pessoas mais preparadas. Mas o legal é esse controle que a gente está tendo em cima das coisas, isso faz com que a gente evite os problemas que tivemos no passado com o Angra, exatamente os problemas que fizeram o Angra se separar…

FT: E vocês estão pesando em ter um manager mesmo?
AM: A gente pensa em ter managers diferentes para determinadas atividades, ou seja, se por exemplo, uma empresa como a Sanctuary viesse nos propor um management para concertos a gente fecharia com eles. Se uma gravadora por exemplo falasse: Nós vamos cuidar de vocês na parte fonográfica tudo bem… nós vamos delegando funções para pessoas que sabem fazer. Agora, na mão de uma pessoa só, é suicídio!…

FT: Gostaríamos que você comentasse sobre a atuação das bandas do tributo (show-tributo ao Andre Matos, acontecido em 05/05/01, em S.P.), o que você achou, como foi olhar as bandas tocarem as músicas que você compôs?
AM: Eu posso dizer que todos eles me emocionaram bastante, pra mim foi uma sensação rara até, de estar vendo eles no palco tocando aquelas músicas… e eu lembro que a primeira banda que foi o Destra, tocou Holy Land, com percussionista e tudo e eu fiquei muito emocionado quando eu vi aquilo rolando. Eu falei "Putz, olha só, como é que pode, uma música que eu fiz, que eu mesmo compus de repente tem gente aqui se dedicando e tocando com vontade e com carinho". Então o saldo desse tributo pra mim, foi uma coisa muito vibrante e eu agüentei firme, fiquei das 8 da noite até às 5 da manhã e vi todas as bandas se apresentarem e valeu muito a pena. Fiquei muito agradecido por isso ter acontecido na minha vida, porque é o reconhecimento de anos de trabalho que eu desenvolvi com o Viper e com o Angra e que nem tinha me dado conta, não sabia na verdade que eu poderia ter influenciado tanta gente assim…

FT: E para nós como fãs também foi algo emocionante.
AM: Foi muito legal. Um dia completo.

FT: Como foi sua participação no Projeto Hamlet – Shakespeare do selo Die Hard Records?
AM: Foi uma participação bem curta na verdade, eu fiz um pedaço de uma música que eles gravaram com uma orquestra, que é a parte final do Hamlet. A intenção no começo era que o Shaman participasse, mas como a banda ainda não tem disco, nós resolvemos deixar esse tipo de coisa para depois do lançamento do CD – mas eu me coloquei à disposição e o resultado me agradou bastante. É um projeto inovador em termos de Metal nacional e eu me sinto honrado de participar disso.

FT: Nós costumamos falar que o Avantasia é capaz de viciar, porque você começa ouvir e não consegue parar mais? (risos)
AM: Eu também fiquei ouvindo meses. É muito bom. Sabe qual é a vantagem disso? São muitos cantores diferentes, então não cansa. Eu falei para o Tobias: "Cara, você compõe muito bem". Ele Falou "Obrigado, isso vindo de você… muito obrigado!!!" (risos).

FT: Nós até brincamos dizendo: "vamos parar de ouvir!"
AM: Pois é, eu também fiquei assim, fiquei dois meses ouvindo esse disco, aí eu parei também (risos).

FT: Musicalmente qual sua opinião sobre o Brasil? Você acha que o Brasil é tão modista quanto os EUA?
AM: O Brasil é um país que funciona em função do mercado musical, então enquanto… como é que chamam essas porcarias?

FT: Funk?
AM: Pois é, em primeiro lugar, chamar isso de música é um sacrilégio à classe. Eu acho muito chato, a gente estuda, se dedica, aí chega um cara desses e vende tanto assim mas isso reflete lamentavelmente a mediocridade, principalmente na questão da educação do povo brasileiro, é uma falha que temos na nossa sociedade e que não sei se tem jeito, não sei se alguém está disposto a corrigir isso no futuro, tudo é uma questão de educação. O povo norte-americano por exemplo, tem acesso a tudo, mas não aproveita. Lá todo mundo tem escola, todo mundo tem chance de ser educado, mas não se educa. Se o brasileiro tivesse as chances que os americanos tem, estaria muito mais longe, essa é a verdade. Inclusive musicalmente. Então eu acho que a música brasileira reflete muito a nossa condição social mas ao mesmo tempo é mais diversificada.

FT: Falando em E.U.A. o Shaman tem possibilidades de tocar lá?
AM: Tem, o Shaman já recebeu dois convites para tocar lá, mas a gente os recusou, porque ainda não está na hora, a gente quer fazer a coisa certa, tocar nos EUA é uma coisa difícil, então, quando o Shaman for, queremos fazer uma turnê com CD lançado e num esquema legal… houve um convite para abrir a turnê do Savatage nos EUA no final de julho e início de agosto deste ano, mas não deu, pois nós estávamos fazendo outras coisas.

Uma mensagem final:
Bem, eu queria agradecer a todo pessoal que esteve presente nos concertos do Shaman, não só nos concertos como nos programas de TV e todos os lugares onde a gente apareceu ultimamente. Eu queria muito agradecer a força de todo mundo, foi bem legal ver todos vocês de novo e queria dar um toque que agora a gente vai dar um tempo, porque é muito importante a gente fazer um super disco e com certeza, quando a gente estiver compondo e gravando, vamos estar pensando muito em vocês. Então a gente se vê muito em breve, um abraço para todos e fiquem com Deus! Andre.

(A segunda parte da entrevista, em que Andre Matos conta várias coisas como o que ele fazia nos seus 15 anos de idade… está disponível aos sócios do For Tomorrow Shaman Fan Club.)

fonte: http://www.fortomorrow.celsoedusc.com.br/fan/arquivo/andre1.mht

About Janus

Janus Aureus is my recently-inaugurated personal blog (written in portuguese, but with some texts in english as well). Fiore Rouge is my old (but still very active - in fact, more than Janus :P) blog (I started it back in 2005). Mentalize is a fan-made website (since 2005). if you wish to contact me for any reason, visit my blog and leave a comment OR see email above (top left) - no, my name's not Andre - actually, I'm not even a guy! LOL Long story... O Janus Aureus é meu blog pessoal - escrito em português - ainda sem muito conteúdo, pois foi começado no final de dezembro de 2011. Já o Mentalize foi aberto em 2005 e está escrito em várias línguas *rs* Privilegio o uso do inglês ali porque o pessoal estrangeiro não tem muitas informações sobre o AM. Quem quiser entrar em contato comigo por qualquer motivo, deixe um comentário nos meus blogs ou use o email que está aí em cima à esquerda (e não, eu não sou o Andre - aliás, sou mulher!).

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