Shaman Online: ENTREVISTA ANDRE MATOS – PARTE 2


 

ENTREVISTA ANDRE MATOS – SEGUNDA PARTE
SOBRE ANGRA:

FT: Vocês poderiam ter ficado com o nome Angra?
AM: Nós éramos a maioria na verdade, três saíram e dois ficaram, ou seja, pela lei talvez nós pudéssemos até ficar com o nome, mas era algo que iríamos pensar muito bem. Eu não sei se eu encararia isso!

FT: Uma briga que não valeria a pena?
AM: Não é briga… suponha que a gente pudesse ficar com o nome: "Eu, Luis e Ricardo somos Angra", mas dois saíram e isso pesa muito! Eu acho que a melhor solução seria se ninguém ficasse com o nome… é isso que eu acho!

FT: Pesaria tanto para eles como para vocês!
AM: Isso eu prefiro não comentar, mas eu acho que o Angra existiu enquanto éramos nós cinco, até para a gente eu acho que pesaria muito ficar com o nome, sem os outros dois e olha que eu não estou falando de vocalista!

FT: Andre, você tentou fazer algo e foi censurado ou não teve tempo?
AM: Muitas vezes.

FT: Talvez agora seja a hora?
AM: Sem dúvida.

FT: Dá para dizer alguma coisa?
AM: Não, (risos) mas foi um dos motivos da separação também. Senti que o espaço estava faltando!

FT: Alguma música que ficou para trás seja do Angra ou do Viper que você gostaria de regravar?
AM: Seria interessante regravar alguma coisa do Viper.

FT: Há material guardado?
AM: Tem material que não foi lançado pelo Angra. A "Don’t Despair" não sei se o Shaman vai fazer isso, mas até podemos lançar como bônus.

FT: Andre, você acha que a música Z.I.T.O. vai continuar sendo um mistério até hoje?
AM: Vai sim, porque na verdade foi um pacto que a gente fez dentro da banda e agora que a banda se separou é como se nós levássemos isso para o túmulo. Eu não vou contar, se depender dos outros que contem, mas eu não vou, eu respeito aquele momento em que fizemos esse pacto.

SOBRE SHAMAN E COMPOSIÇÕES:

FT: Vocês começaram tocando as novas músicas em shows, que é muito diferente do processo "compor, gravar e lançar". Como é tocar as músicas antes de serem lançadas e sentir que você pode mudar aqui e ali?
AM: É muita diferença, valeu muito a pena ter feito isto!

FT: As músicas vão modificar muito?
AM – Algumas vão modificar muito para o disco, pois nós percebemos os pontos falhos.

FT: Principalmente onde a platéia esteve interagindo menos ou interagindo mais?
AM: Exato, essa era a intenção de tocar as músicas ao vivo. Então nós percebemos que a "Be Free" por exemplo, não é uma música feita para se tocar ao vivo, apenas tocamos para apresentá-la ao público. É uma música bem interessante, tem uma parte de bateria muito boa, mas não é típica de palco!

FT: De onde surgiu essa idéia de tocá-las ao vivo primeiro? Foi uma questão de "dar a cara pra bater"?
AM: Foi uma coisa que a gente sempre sentiu falta. No Angra sempre gravávamos primeiro o disco para depois tocar as músicas, como agora nós tínhamos as músicas nas mãos e estávamos querendo tocar ao vivo, resolvemos tocar as músicas novas.

FT: Não vale mudar a “For Tomorrow”!!! (rs.)
AM: Essa vai mudar muito pouco.

FT: Ela teve uma receptividade muito boa….
AM: Inclusive fomos felizes ao escolher esta música para o programa "Musikaos".

FT: Andre, porque o Fábio não entrou como um membro definitivo?
AM: Para ser sincero, nós nunca conversamos com o Fábio sobre isto. O Fábio sempre trabalhou com a gente como um músico convidado. Aqui no Brasil eu confesso que ele é o melhor tecladista, nós temos muita sorte de tê-lo conosco, mas ao mesmo tempo, o Fábio tem o projeto solo dele e ele nunca teve uma banda fixa.

FT: O Fábio tem uma grande discografia…
AM: Exato, e se eu não fosse um tecladista com certeza seria ele o tecladista efetivo da banda. Eu gosto muito de fazer o papel de tecladista… então até por um certo "egoísmo" meu, sempre foi assim desde o começo da minha carreira. Eu sempre fui o tecladista das bandas que participei… tanto que nas eleições das revistas, eu apareço como tecladista também! Na verdade meu instrumento mesmo é o piano e o teclado, eu estudei para isso e me dá muito prazer! Para mim seria um pouco triste abandonar isso, ainda que o Fábio pudesse tocar melhor que eu nos discos! Mas como também o teclado não é um instrumento predominante nas músicas do Shaman, o Fábio nos dá uma acessoria… e por enquanto, não temos nenhuma intenção de ter mais um membro na banda! Mas espero poder sempre contar com ele nos shows e também participando do disco como convidado…

FT: Achamos legal que, apesar do Fábio não ser um membro efetivo da banda, ele está sempre participando de todos os eventos com vocês, como por exemplo nas tardes de autógrafos…
AM: É, nós levamos sempre muito numa boa… não tem esta relação patrão-empregado com o Fábio! Ele é um amigo e acima de tudo está ali conosco participando de tudo! "Vamos tirar foto juntos", "vamos tirar foto do Shaman com os cinco", não tem problema!

FT: É, existem bandas que você só vê a cara nos palcos e depois não vê mais!
AM: Isso eu acho muito frio! No palco, nós o colocamos num lugar de mais destaque do que era antigamente com o Angra e então ele está mais na frente, aparecendo mesmo como parte integrante da banda… mesmo porque a parte do Fábio é muito importante, pois ele segura todos os arranjos de teclado!

FT: Outra pessoa que está na frente é o Luís. (risos)
AM: É que eu vou lá e dou uns chutes na bunda dele. (risos) "Sai daí já e vai para frente"! (risos) Agora ele não pode mais ficar sossegado lá atrás porque agora tem que preencher o espaço lá da frente! Mas ele está bem melhor, não é? Está mais na frente… e vai fazer até backing vocals! (risos)

FT: Está sim… e até ouvindo as novas músicas como a "Time will Come" por exemplo, o baixo parece dar mais melodia à música!
AM: Sabe o que é isso? É o fato de ter apenas uma guitarra também!

FT: Abriu mais espaço para ele…
AM: Abriu mais espaço para todo mundo fazer mais coisas. A bateria, o teclado, o baixo e até a própria voz. Duas guitarras é algo muito complicado, é um tipo de fórmula que se usa… mas não para a música que pretendemos fazer com o Shaman!

FT: Bom, no Iron Maiden… (risos)
AM: Eu particularmente acho uma palhaçada isso! Eu sou fã radical do Iron… se fosse com o Adrian (Smith) e o Bruce (Dickinson) só, eu até iria em todos os shows! Eu não admito isso… eu que vi o Iron aqui em 1985 no Rock in Rio I, quando tinha 12 ou 13 anos de idade. Para mim, isso foi uma jogada de marketing mesmo!

FT: Você compõe geralmente sozinho?!?!?!
AM: É, mas no Shaman está muito diferente! No piano, eu tenho as idéias principais… Estou sempre escrevendo letras, geralmente de madrugada… hoje em dia no computador. Eu gosto de compor sozinho, mas com o Shaman as coisas são diferentes, além das coisas que eu faço sozinho eu pego as músicas deles e desenvolvo o trabalho em cima. Está todo mundo realmente trabalhando em conjunto.

FT: Quais instrumentos você toca?
AM: Só o teclado, o resto é brincadeira. Guitarra eu sou um "zero à esquerda", não me coloque uma guitarra na mão! (rs.) Bateria eu gosto de brincar, perceberam né? (rs.) E baixo dá para tocar um pouquinho.

FT: Vocês cogitaram outro nome antes do Hugo?
AM: A gente pensou num guitarrista que passou pelo Angra, o Andre Hernandez, mas ele está em Curitiba… porém é um ótimo guitarrista. Ele entrou na banda antes do Kiko Loureiro, pois o Angra chegou a ter 3 guitarristas, o primeiro foi o Andre Linhares. O Andre Hernandez é um dos melhores guitarristas que eu conheço no Brasil.

FT: Chegaram a entrar em contato com ele?
AM: Não, apenas cogitamos, pois ele mora em Curitiba e seria meio problemático.

FT: O que vocês trouxeram de experiência de vida tanto do Angra, como no seu caso, do Viper também.
AM: (longa pausa) Putz! Praticamente tudo o que eu sou, tudo que tenho, tudo que a gente passou foi em função disso. Agora estamos começando um trabalho com o Shaman e já deu para aprender muitas coisas nesses meses.

FT: Qual o saldo que você tem do Shaman?
AM: O mais legal é que estamos conseguindo construir tudo com as nossas mãos. Graças a Deus, foi acima do esperado, o nome está dando certo e felizmente sendo reconhecido. Nós conseguimos superar o trauma da separação do Angra, agora é só alegria!

FT: Os próprios fãs falam que vocês estão mais próximos.
AM: Caiu uma barreira, nós somos simples, gostamos disso. Antigamente tinha aquele pessoal colocando neurose na gente, dizendo que não podíamos ir aqui e ali. Agora somos nós quem decidimos.

FT: Isto interferia muito na sua vida pessoal também, pois você se “podava” de muitas coisas…
AM: Eu me sentia muito infeliz às vezes, e o fato da gente hoje ter controle da situação, ajuda muito!

FT: Você precisa manter uma aparência?
AM – Acho que devemos planejar nossa vida de modo X e Y. E tem certas coisas que você não deve fazer!!! Se me chamarem para posar na “G Magazine”, eu não vou!!! (rs.) …Bom depende do cachê!!! (rs.) Acho que deve ter limites para tudo.

FT: Você imagina que constrangedor esses meninos indo comprar sua revista?!?!?!
AM: É verdade! (risos)

FT: O Angra fez um acústico na França, há possibilidades do Shaman fazer um acústico no Brasil?
AM: Vamos pensar nisso, mas isso é algo para depois do disco lançado.

BATE-PAPO:

FT: Andre, escolha um músico brasileiro que você admira, um músico atual…
AM: (longa pausa) Hum… há muitos, mas eu acho que um cara que nunca se corrompeu, que sempre manteve uma postura decente é o Chico Buarque, os outros sempre acabam dando uma escorregadinha aqui e ali, mas o Chico é um cara que sempre manteve uma postura mesmo no começo da sua carreira, sempre se manteve fiel, isso para mim é importante. Outro cara que eu cito é o Hermeto Pascoal, também é do mesmo jeito que o Chico.

FT: Existe um músico com quem você gostaria de gravar ou compor?
AM: Meu sonho é de fazer algo com o Peter Gabriel, que é um ídolo, meu artista favorito, mas acho que isso nunca vai acontecer. (risos) Não sei, eu me surpreendi tantas vezes já, de repente eu olhar o Bruce Dickinson do meu lado no palco foi algo assim.

FT: Está vendo, é mais fácil arranjar um ídolo brasileiro, que more perto de você!!! (risos)
AM: É, vocês se contentam com pouco, né? (risos) Mas aconteceu uma coisa interessante, eu era muito fã do Sagrado Coração da Terra, do Marcus Viana, eu admiro muito a música deles, eu tenho os discos, eu fui ao show e tudo, até que um dia eu o conheci, bati um papo e não é que o cara era "gente fina"? Ficamos amigos, trocamos telefone. Uma vez que eu estava em Belo Horizonte, eu liguei e a gente se encontrou, até que um dia ele me chamou para participar do último disco do Sagrado e para mim foi uma realização desse tipo.

FT: E além de você ter participado, você ainda canta em português…
AM: Pela primeira vez eu entrei em estúdio para gravar em português, o legal é que não foi uma versão e sim uma música feita para mim, então eu pude interpretá-la a minha maneira.

FT: Pra você qual o melhor CD do Sagrado?
AM: Eu acho que é o "Grande Espírito".

FT: Indo para um lado mais místico, você acredita em vida inteligente fora da Terra?
AM: Não, se houvesse já havia aparecido, eu acredito até em vida fora da Terra, mas menos inteligente, talvez nós sejamos os mais evoluídos do universo ainda. Eu acredito até que você vá encontrar micro-organismos.

FT: Na fazenda do Tomas Green Morton, gostaria que você comentasse um pouco do que aconteceu por lá?
AM: Vi coisas que não dá para explicar e ele foi muito educado comigo. Ele foi em nosso show em Pouso Alegre e gostou muito, me convidou para ficar na casa dele e eu aceitei, afinal, eu sou maluco mesmo. (rs.) Engraçado que todo mundo voltou e somente eu fiquei lá!!! Eu vi coisas que realmente não tem como explicar. Embora tenha muita gente que critique, se ele é um mágico, faz muito bem, porque eu fiquei bastante impressionado, ele domina muito bem o lado energético, ele tem força e poder para isso. Eu não vi nenhum truque, e na verdade voltei para São Paulo me sentindo muito bem e não me arrependo.

FT: Você poderia ter ficado traumatizado. (rs.)
AM: E desesperado!!! (rs.)

FT: O Shaman envolve muito uma relação com crenças. Vendo por este lado, você acredita em destino ou milagres?
AM: Envolve sim, acho até que envolve mais a relação que temos com a natureza e isso é uma coisa que tenho muito forte. Eu acredito muito em destino.

FT: O que você acha que o destino influenciou na sua vida?
AM: (longa pausa) O destino me influenciou a chegar em lugares que eu tive que tomar decisões, é um ciclo, sempre que você toma uma decisão isso vai gerar um destino que vai te levar para outro lugar. O fato de nós estarmos aqui agora, até mesmo de nós termos nos encontrado e até termos esse relacionamento legal, pertence ao destino também!
É muito mais legal estar com vocês agora, do que estar com pessoas que não possuem uma vibração tão boa. Eu acho que as pessoas certas acabam se atraindo, assim como às vezes acontece de aparecer pessoas erradas na sua frente também.

FT: Mas talvez por mais erradas que sejam estas pessoas, elas te ajudam a crescer…
AM: Se você sobreviver…

FT: Mas você não acha que existem coisas que não enxergamos, até que algo nos aconteça?
AM: Eu acho que o que não te mata, te deixa mais forte, mas você está sempre lidando com o risco! Agora o destino é inexplicável, não há uma razão explicável para isso… mas eu acredito muito nessa energia e eu não estou falando de energia banal, e sim uma energia explicável até pelas leis da física, magnetismo e coisas desse tipo. Então é por aí que as coisas acontecem, que o destino vai se formando também!

FT: É por isso que agora vocês (integrantes do Shaman) se dão tão bem…
AM: Realmente, e isso tem a ver com este nome que a gente escolheu para a banda, o trabalho que a gente vai desenvolver no primeiro disco, vamos explorar esse lado bem místico das coisas!

FT: A própria “Time will Come”, tem todo esse clima…
AM: Eu acho que todas as músicas do Shaman estão com muito clima e isso é legal. As músicas vão te levar para outra dimensão quando você estiver escutando… essa é nossa intenção! Não é só fazer algo com muito virtuosismo, uma masturbação instrumental, que não leva a nada! Acho que a coisa tem que ser mais calma, com mais clima, para envolver as pessoas e quem sabe ajudá-las! Essa é a função da música! É por isso eu falo que o Peter Gabriel é meu artista favorito, pois é isto o que sinto quando ouço a música dele… eu me transposto para uma outra dimensão, saio do mundo real e isso me ajuda a recarregar as baterias!

FT: A música é uma verdadeira terapia…
AM: Qualquer tipo de música, até se você escutar Dimmu Borgir, acho que dependendo do que você está querendo sentir, você consegue…

FT: Exatamente, depende do momento…
AM: Sim, tem dias que eu escuto metal, tem dias que eu escuto New Age! Mas tem dias que se eu coloco New Age, fico de saco cheio, quebro todos os discos. (rs.)

FT: E tem dias que você não quer ouvir nada…
AM: Realmente, quer ficar em silêncio, também acho que isso é muito bom. Eu também não fico escutando música às vezes. Uma coisa que eu detesto por exemplo, é pegar carona no carro de alguém que põe o som no último volume e você tem que ouvir o que o cara gosta. (risos) Nunca façam isso comigo! (risos) Pior ainda é quando pego carona, e a pessoa coloca o meu disco para tocar… (risos) eu mando tirar na hora!

FT: Isso é bom para ser feito com "pagodeiros", normalmente o pagodeiro vai no banco de trás e colocamos o som no último volume!
AM: Aí eu dou total razão!!! (risos)

FT: Mudando um pouco de assunto, você fica muito tempo fora do Brasil. Já pensou em morar definitivamente na Europa?
AM: Não!!! Mas eu passei muito tempo lá, por exemplo quando eu fui gravar o Virgo, fiquei 5 meses na Alemanha. Eu me dou bem lá, eu falo alemão e tudo mais, não passo mal, mas eu não consigo me acostumar, é uma tortura!

FT: …Desesperado! (risos)
AM: Mas não dá, eu sinto muita falta daqui do Brasil! Não tem jeito!

FT: Antes de ser musico, você chegou a fazer outra coisa?
AM: Eu trabalhei como entregador de pizza. Tinha quinze anos não sei, fiquei lá trabalhando. A pizzaria existe até hoje, fica na quadra de trás da minha casa, chama-se “San Pietro”, e a gente ficava lá no porão esperando as pizzas saírem, mas era bom, no final sobravam umas pizzas para gente comer!!! (risos)

FT: Já descobrimos de onde vem as pizzas de todos os shows!!! (risos)
(obs: Na maioria dos shows, tinha pizza no camarim para a banda comer!)
AM: Exatamente! (risos) Eu tinha entre 15 e 17 anos. O trajeto era duro viu… andava a pé aqui pelo bairro, às vezes era ruim pra caramba, tinha que levar umas coca-colas junto, e quando a gente chegava lá, o cara nem dava gorjeta!!! (risos geral) Mas uma vez eu me dei bem, erraram o cheque e colocaram um zero a mais e eu ganhei a diferença…

FT: Deu para comprar o microfone, com a diferença?
AM: Deu, e o pedestal também!!! (risos)

FT: Fora a música tem algo que você gostaria de ser também?
AM: Uma coisa que eu gosto muito é aviação, eu gostaria de ser piloto. Eu fiz o curso, eu sou piloto de Paraglider, em todos os finais de semana que eu tenho tempo eu vou voar. É uma coisa que é muito legal, eu curto pra caramba, apesar de ser perigoso. E todo mundo me enche o saco, “Pára de voar, pára de voar”!!!

FT: Agora você ganhou mais umas pessoas para te encher: Nós!!!
AM: Não!!! Por que eu fui falar? (risos) Não façam isso!!! (risos)

 

fonte: http://www.fortomorrow.celsoedusc.com.br/fan/arquivo/andre2.mht

About Janus

Janus Aureus is my recently-inaugurated personal blog (written in portuguese, but with some texts in english as well). Fiore Rouge is my old (but still very active - in fact, more than Janus :P) blog (I started it back in 2005). Mentalize is a fan-made website (since 2005). if you wish to contact me for any reason, visit my blog and leave a comment OR see email above (top left) - no, my name's not Andre - actually, I'm not even a guy! LOL Long story... O Janus Aureus é meu blog pessoal - escrito em português - ainda sem muito conteúdo, pois foi começado no final de dezembro de 2011. Já o Mentalize foi aberto em 2005 e está escrito em várias línguas *rs* Privilegio o uso do inglês ali porque o pessoal estrangeiro não tem muitas informações sobre o AM. Quem quiser entrar em contato comigo por qualquer motivo, deixe um comentário nos meus blogs ou use o email que está aí em cima à esquerda (e não, eu não sou o Andre - aliás, sou mulher!).

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